Saí correndo, aquilo tinha realmente me machucado, e ele estava muito bravo comigo. Acho que por ter um irmão que merece coisa melhor que eu e ele ter acreditado que eu sou a ideal.
Sentei de novo naquele campo florido, me sentia bem. Deitei lá e comecei a esquecer todas as coisas que estavam acontecendo ao meu redor, só o James na minha mente.
Eu queria muito ele, ter ele, beijar ele todo dia depois de acordar. Mas tinha medo de depois que conseguir isso, perde-lo.
Medo do Nicholas, que poderia fazer qualquer coisa para impedir isso, medo de tudo.
Quando estava pensando, voou uma carta bem na minha cabeça.
Abri e li:
Querida Karina,
Não queria ter gritado com você daquele jeito e nem deixar você magoada. James é o meu irmão (ou quase) e não queria fazer ele sofrer.
Acho que você seria, É, e vai ser ideal para ele, sempre. Mas você precisa entender o tanto que ele te ama para fazer você pensar daquele jeito.
Sei o quanto você o ama, mas precisa demonstrar isso, ou ira perder a sua VIDA.
Ele é um anjo (duplo sentido) e você tem que cuidar dele. Ele é a pessoa mais inocente que já vi na vida, e se ele lutar tanto por você, e você não der bola, ele simplesmente vai ficar magoado PARA SEMPRE.
Sei que vocês um dia vão ficar lindos juntos, e você vai amar ele tanto quanto ele vai amar você, e nada nem ninguém vai atrapalhar o amor de vocês dois.
Lembre-se que eu te amo e não se sinta magoada com o que falei. FOI TUDO DA BOCA PRA FORA.
Ps: estou escrevendo isso em carta para te dar um tempo. Não vou estar lá perto do buraco, preciso resolver algumas coisas. ENTAO NÃO FIQUE DESEPERADA, EU NÃO SUMI!
Te amo pra sempre Kah!
Ass. Gabriel M.
Isso foi tocante, bastante. Queria saber como ele consegue essas coisas, digo, papel e caneta, e ainda um envelope, junto com um pássaro, que está agora me fazendo companhia. Eu estava pensando, se ele consegue pegar essas coisas, ele não consegue me levar pra fora daqui?
Eu ia ficar ali por um bom tempo, até o James recuperar suas forças, ou o Gabriel descobrir como me tira daqui, ou até eu morrer. As três opções parecem bem desagradáveis ou bem difíceis de acontecer. Fiquei lá brincando com o pássaro quando eu ouvi uma música, bem linda, o pássaro saiu voando para o encontro dessa música e eu fiz o mesmo. A música vinha do lugar da corrida, e quando eu vi, ela parava dentro do buraco. Coloquei a cabeça lá dentro para ver o que estava acontecendo, então eu vi o James, quase o James, porque tava meio transparente, ele ficou brincando com os meus cabelos, enquanto flutuava, e depois falou alguma coisa:
-Isso aqui é maravilhoso Karina, você tem que experimentar.
-flutuar ai?
-é. Nesse espaço, sem se preocupar com nada, e ficar aqui comigo, para sempre.
- Você estava preso ai todo o tempo?
-Todo o tempo, e é aqui que eu vou ficar pra sempre. Com você.
-Mais eu não posso entrar ai, se não eu morro!
-E qual é o problema de morrer? Se for pra ficar aqui, sou o primeiro a morrer.
-Então você não está morto?
-claro que não, só esperando você me fazer companhia meu amor.
Naquela hora eu só pensava em ficar com ele, para sempre flutuando, naquele espaço. Eu estava decidida a pular, e ninguém me impediria. Só estava faltando meu tronco para entrar lá quando eu ouvi o Gabriel me gritando:
-Karina não faça isso, ele está te manipulando.
-O James está aqui Gabriel, vai ficar tudo bem!
-Não vai, ele não é o James. Eu o encontrei, não é ele, é só uma manipulação, NÃO PULA!
-Você o achou?
Olhei pro buraco pra ver o que o falso James estava fazendo e ele só estava esperando a minha reação.
-Eu não vou pular!
-Você prefere ficar com esse Gabriel, e acreditar nele?
- Melhor do que você manipulação!
-Eu não sou uma manipulação, eu sou o James de verdade, seu jay. O Gabriel está mentindo pra você, ele é amigo do Nicholas, os dois querem te matar, só eu posso te salvar.
Olhei pro Gabriel e ele estava olhando só balançando a cabeça de forma negativa. Então o James falou:
-só eu posso te salvar Kah!
Eu olhei pra cara dele e então com um sorriso:
-Não, você não pode.
Depois que acabei de falar, a cara dele ficou desigual, como se estivesse derretendo formando outra figura, uma cara estranha, de um bicho quase, e então gritou:
-EU TE DEI A CHANCE DE IR POR PURA VONTADE. E agora você além de ficar flutuando por esse espaço miserável sem o James você vai ser torturada. PARA SEMPRE.
Tentei sair de lá correndo, mas ele estava me puxando.
-VOCÊ PENSA QUE VAI SAIR DAQUI? Ta muito enganada Karina.
-SOCORRO GABRIEL.
Quando eu vi, ele já estava do meu lado dizendo que ia ficar tudo bem, então ele começou a me puxar, mas do nada apareceu ma coisa que prendeu ele pra longe de mim, como se fosse uma jaula. Então ele gritou:
-Karina, vai pra esse buraco, se esconda, espere que ele vá embora, e procure o James, ele está ai dentro, muito cuidado com o Nicholas, ele pode estar ai dentro também.
-Mas e você?
-Eu vou daqui a pouco te ajudar, confia em mim!
-por favor, não me deixa.
-Nunca vou te deixar Karina, quando você mais precisar, eu sempre vou estar do seu lado. Mas não agora porque está meio difícil.
Então ele deu um sorriso, e eu soltei o chão, e depois só o que eu vi foi ser engolida por aquele buraco.
'sem ideia'
Oi gente. Eu criei este blog porque estou criando um livro e queria muito que vocês lessem e opinassem para eu melhorar cada vez mais. E me digam se gostarem do livro. No momento eu ainda nao tenho idéia do nome. Entao, se possivel me ajudarem a escolher o nome, será maravilhoso. Sejam bem-vindos, opiniões e conselhos são sempre bem-vindos, e divirtam-se, claro! =D
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
capítulo 25
Eu estava sozinha, no meio do nada e não tinha ninguém para me ajudar a carregar o Gabriel para um lugar seguro.
Minha sorte foi cair em cima dele, se não nós dois estaríamos desacordados.
Ele me ajudou muito, então não poderia deixá-lo.
Andei e andei, estava reparando como ele tinha voado naqueles pequenos segundos.
Cheguei lá no lugar da corrida e estava totalmente destruído, mas tinha um lugar mais confortável do que aquela grama morta para eu deixar o Gabriel.
Esperei e esperei ele acordar e nada. Fiquei olhando ele e realmente ele era muito bonito, mais bonito que o normal ouso dizer. Ele estava com um ar angelical, claro. E ainda estava com as asas á mostra. Eram lindas, enormes, branquinhas e nunca tinha visto tanta pena reunida.
Resolvi andar um pouco para me acalmar, ele estava em um lugar seguro e escondido, não sei porque a precaução já que não tinha ninguém ali.
Fui ao campo florido onde conversava com o James e lá mesmo deitei, não era a mesma coisa pelo abandono, mas ainda tinha o mesmo ar e a mesma sensação daquele dia.
Voltei onde o pobre Gabriel estava, e ele parecia bem melhor. Deitei lá e depois caí no sono, de tão cansada. Acordei, estava bem melhor do que antes. Quando acordei, lembrei que estava naquele lugar horrível, e quanto mais eu ficava lá, mais ele ficava feio.
Olhei para o lado onde o Gabriel deveria estar, mas não estava, entrei em pânico. Olhei pra todos os lados, tinha pensado em tanta coisa que poderia levá-lo embora, então comecei a chorar, desesperadamente.
-Você sempre chora assim?
Levei mais um susto!
-e você sempre quando chega dá um susto assim?
-na maioria das vezes é assim!
-vou tentar me acostumar.
-quer?
Ele levantou a mão, tinha um suco de laranja, maça, banana, pão, manteiga, mel e muitas outras coisas gostosas de café da manha.
-onde você arranja essas coisas?
-sou um anjo, lembra?
-você adora falar isso.
-orgulho. Você perde muita coisa sendo humana sabia?
- nossa, joga na cara.
Ele deu uma risada.
-eu achava que nenhuma pessoa seria capaz de merecer o James.
-eu também acho.
-e agora estou mudando minha opinião conhecendo você.
-como assim?
-eu acho que você o merece, do mesmo tanto que ele merece você.
-eu sou uma pessoa normal. Não mereço ninguém mais do que qualquer outra pessoa.
-sabe aquela história de alma gêmea?
-não acredito. Cada pessoa tem a capacidade de dar felicidade à pessoa que ama, sendo alma gêmea ou não.
-e você acha que existe a separação como?
-as pessoas estão sem paciência esses dias.
-não é por isso. Não existe uma só alma gêmea para cada pessoa, e sim várias.
-claro que não.
-claro que sim. E quando um romance dá certo, chega velhinhos e se amando, pode apostar que encontraram sua alma gêmea ou uma das almas gêmeas.
-e o resto fica sem?
-não. Elas encontram outras.
-então se eu não ficar com o James, tem chance de eu encontrar outra?
-você teve muito azar.
-eu não tenho outras?
Ele acabou de dizer que eu sou anormal e que nunca vou ter um amor da minha vida humano.
-como você é dramática.
-eu não tenho alma gêmea. Só uma. Não tenho direito de escolher.
-quando um anjo nasce, dizemos que ele nasce com uma luz. Essa luz na maioria das vezes é anjo e na minoria humano.
-o James é essa minoria?
-você é a luz dele, e de ninguém mais.
-mas ele mesmo falou que não pode se relacionar comigo.
-por isso que essa minoria morre solteiro ou infeliz com a luz de outra pessoa.
-então ele vai morrer sem luz?
-ele já achou a sua luz, você, e se ele quiser mesmo vai fazer de tudo para ter.
-e se ele não quiser, eu também não vou ter minha alma gêmea?
-sua alma gêmea é ele e mais ninguém. A não ser que você não queira ser a luz dele.
-não gosto de amor impossível.
-você não o ama?
-sim, mas eu não quero sofrer e nem fazer ele sofrer.
-você não quer ver ele feliz?
-sim, mas, não ao meu lado.
-você não o quer ?
-sim, mas, não tem como.
-eu estava errado sobre você. Ele não te merece.
-como você pode mudar de opinião tão rápido?
-Uma pessoa que prefere ver seu amado sofrer a lutar para ficarem juntos e felizes não merece nada.
-mas...
-se é pra ter uma luz desse jeito, é melhor ficar no escuro.
-eu não quis diz...
-foi isso que você disse.
E de repente nos dois começamos a aumentar a voz.
-você interpretou tudo errado!
-você falou que preferia não ter ele a ele ser TALVEZ punido por isso?
-sim, certo?
-mas se acontecer isso ele não vai sofrer mais do que ele “supostamente” iria sofrer?
-mas eu na...
-prefere que ele sofra sem um amor ou alguém para sonhar?
-isso é horrível.
-é isso que você quer pra ele Karina.
-não é isso.
-dor e sofrimento!
-eu...
-você não o merece!
-não...
-você não vê que ele faria tudo para ficar com você?
-mas...
-você só quer o pior pra ele e o melhor pra você!
-eu não quero isso!
-VOCÊ NÃO O
MERECE!
Minha sorte foi cair em cima dele, se não nós dois estaríamos desacordados.
Ele me ajudou muito, então não poderia deixá-lo.
Andei e andei, estava reparando como ele tinha voado naqueles pequenos segundos.
Cheguei lá no lugar da corrida e estava totalmente destruído, mas tinha um lugar mais confortável do que aquela grama morta para eu deixar o Gabriel.
Esperei e esperei ele acordar e nada. Fiquei olhando ele e realmente ele era muito bonito, mais bonito que o normal ouso dizer. Ele estava com um ar angelical, claro. E ainda estava com as asas á mostra. Eram lindas, enormes, branquinhas e nunca tinha visto tanta pena reunida.
Resolvi andar um pouco para me acalmar, ele estava em um lugar seguro e escondido, não sei porque a precaução já que não tinha ninguém ali.
Fui ao campo florido onde conversava com o James e lá mesmo deitei, não era a mesma coisa pelo abandono, mas ainda tinha o mesmo ar e a mesma sensação daquele dia.
Voltei onde o pobre Gabriel estava, e ele parecia bem melhor. Deitei lá e depois caí no sono, de tão cansada. Acordei, estava bem melhor do que antes. Quando acordei, lembrei que estava naquele lugar horrível, e quanto mais eu ficava lá, mais ele ficava feio.
Olhei para o lado onde o Gabriel deveria estar, mas não estava, entrei em pânico. Olhei pra todos os lados, tinha pensado em tanta coisa que poderia levá-lo embora, então comecei a chorar, desesperadamente.
-Você sempre chora assim?
Levei mais um susto!
-e você sempre quando chega dá um susto assim?
-na maioria das vezes é assim!
-vou tentar me acostumar.
-quer?
Ele levantou a mão, tinha um suco de laranja, maça, banana, pão, manteiga, mel e muitas outras coisas gostosas de café da manha.
-onde você arranja essas coisas?
-sou um anjo, lembra?
-você adora falar isso.
-orgulho. Você perde muita coisa sendo humana sabia?
- nossa, joga na cara.
Ele deu uma risada.
-eu achava que nenhuma pessoa seria capaz de merecer o James.
-eu também acho.
-e agora estou mudando minha opinião conhecendo você.
-como assim?
-eu acho que você o merece, do mesmo tanto que ele merece você.
-eu sou uma pessoa normal. Não mereço ninguém mais do que qualquer outra pessoa.
-sabe aquela história de alma gêmea?
-não acredito. Cada pessoa tem a capacidade de dar felicidade à pessoa que ama, sendo alma gêmea ou não.
-e você acha que existe a separação como?
-as pessoas estão sem paciência esses dias.
-não é por isso. Não existe uma só alma gêmea para cada pessoa, e sim várias.
-claro que não.
-claro que sim. E quando um romance dá certo, chega velhinhos e se amando, pode apostar que encontraram sua alma gêmea ou uma das almas gêmeas.
-e o resto fica sem?
-não. Elas encontram outras.
-então se eu não ficar com o James, tem chance de eu encontrar outra?
-você teve muito azar.
-eu não tenho outras?
Ele acabou de dizer que eu sou anormal e que nunca vou ter um amor da minha vida humano.
-como você é dramática.
-eu não tenho alma gêmea. Só uma. Não tenho direito de escolher.
-quando um anjo nasce, dizemos que ele nasce com uma luz. Essa luz na maioria das vezes é anjo e na minoria humano.
-o James é essa minoria?
-você é a luz dele, e de ninguém mais.
-mas ele mesmo falou que não pode se relacionar comigo.
-por isso que essa minoria morre solteiro ou infeliz com a luz de outra pessoa.
-então ele vai morrer sem luz?
-ele já achou a sua luz, você, e se ele quiser mesmo vai fazer de tudo para ter.
-e se ele não quiser, eu também não vou ter minha alma gêmea?
-sua alma gêmea é ele e mais ninguém. A não ser que você não queira ser a luz dele.
-não gosto de amor impossível.
-você não o ama?
-sim, mas eu não quero sofrer e nem fazer ele sofrer.
-você não quer ver ele feliz?
-sim, mas, não ao meu lado.
-você não o quer ?
-sim, mas, não tem como.
-eu estava errado sobre você. Ele não te merece.
-como você pode mudar de opinião tão rápido?
-Uma pessoa que prefere ver seu amado sofrer a lutar para ficarem juntos e felizes não merece nada.
-mas...
-se é pra ter uma luz desse jeito, é melhor ficar no escuro.
-eu não quis diz...
-foi isso que você disse.
E de repente nos dois começamos a aumentar a voz.
-você interpretou tudo errado!
-você falou que preferia não ter ele a ele ser TALVEZ punido por isso?
-sim, certo?
-mas se acontecer isso ele não vai sofrer mais do que ele “supostamente” iria sofrer?
-mas eu na...
-prefere que ele sofra sem um amor ou alguém para sonhar?
-isso é horrível.
-é isso que você quer pra ele Karina.
-não é isso.
-dor e sofrimento!
-eu...
-você não o merece!
-não...
-você não vê que ele faria tudo para ficar com você?
-mas...
-você só quer o pior pra ele e o melhor pra você!
-eu não quero isso!
-VOCÊ NÃO O
MERECE!
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
capítulo 24
O Gabriel voava contra o vento, mas não sabia se ele ia conseguir passar, estava cada vez mais forte, e a chuva não ajudava em nada.
-Porque o Nicholas está fazendo isso?
-não sei se é o Nicholas, mas provavelmente é.
-se eu estou sendo sugada quer dizer que eu já morri?
-você só morre se entrar naquele buraco, você está morrendo.
-então tem chances de eu viver?
-se eu não estivesse aqui, você já estaria morta.
-então aqui é mais importante do que minha vida normal?
-tipo isso.
-quando as pessoas ficam em coma elas estão aqui, lutando para não cair lá?
-a maioria das vezes é.
-mas...
-chega de pergunta, eu to lutando pra te ajudar e ainda tenho que pensar, eu sou anjo não super herói ultrasônico.
-se você tem tempo de fazer piada.
-estamos chegando.
-onde é a área segura?
-atrás daquela rocha.
Vi uma rocha no horizonte, mas estava muito longe, não iríamos conseguir.
-está muito longe.
-eu não sou um super herói utrasônico, mas sou um anjo, tenho vantagem.
-então você vai conseguir.
-tomara.
Estávamos quase chegando quando de repente aquela rocha enorme voou na nossa direção. Estávamos mortos. Ele desviou da rocha, mas não parecia muito feliz.
-Agora eu precisava ser um super herói utrasônico.
Para nossa sorte, a tempestade acabou, e o problema é que estávamos muito longe do chão, então caímos, e foi feio a queda. Meu anjo da guarda, minha única companhia, meu único salvador, estava desacordado.
-Porque o Nicholas está fazendo isso?
-não sei se é o Nicholas, mas provavelmente é.
-se eu estou sendo sugada quer dizer que eu já morri?
-você só morre se entrar naquele buraco, você está morrendo.
-então tem chances de eu viver?
-se eu não estivesse aqui, você já estaria morta.
-então aqui é mais importante do que minha vida normal?
-tipo isso.
-quando as pessoas ficam em coma elas estão aqui, lutando para não cair lá?
-a maioria das vezes é.
-mas...
-chega de pergunta, eu to lutando pra te ajudar e ainda tenho que pensar, eu sou anjo não super herói ultrasônico.
-se você tem tempo de fazer piada.
-estamos chegando.
-onde é a área segura?
-atrás daquela rocha.
Vi uma rocha no horizonte, mas estava muito longe, não iríamos conseguir.
-está muito longe.
-eu não sou um super herói utrasônico, mas sou um anjo, tenho vantagem.
-então você vai conseguir.
-tomara.
Estávamos quase chegando quando de repente aquela rocha enorme voou na nossa direção. Estávamos mortos. Ele desviou da rocha, mas não parecia muito feliz.
-Agora eu precisava ser um super herói utrasônico.
Para nossa sorte, a tempestade acabou, e o problema é que estávamos muito longe do chão, então caímos, e foi feio a queda. Meu anjo da guarda, minha única companhia, meu único salvador, estava desacordado.
Capítulo 23
Sou uma escolhida presa em um meio de comunicação, um assassino fazendo uma coisa que não faço a menor idéia com o meu modo automático, o amor da minha vida quase morrendo por minha causa, e eu comendo hambúrguer com suco de laranja conversando com meu amigo anjo. Essa é minha vida.
-Não perguntei o seu nome.
-meu nome é Gabriel.
-o anjo Gabriel, aquele famoso?
-não, todo mundo me confunde com aquele metido, nunca gostei do Gabriel famoso.Além do mais ele nao é um anjo, é um arcanjo.
-desculpa.
-tudo bem, agora você já sabe.
-o Nicholas gostava de você ou era também um “diabinho” com você.
-o Nicholas é assim só com os inimigos dele, o mundo todo. Mas comigo é diferente. Sou a única pessoa com quem ele falava, com quem ele brincava. Eu era a linha que segurava aqueles dois juntos.
-E como você conseguiu isso?
-não sei, mas provavelmente quando eu o salvei de uma briga com o pai dele. Ele estava chorando tanto porque quebrou a nuvem de brinquedo dele, que eu me culpei. A partir daí ele começou a me respeitar.
-qual é o nome do pai deles?
-Caius. Você não conhece.
-Não sou muito fã dessas coisas.
-nem eu. Faltava as aulas.
Rimos. Conversamos bastante. Até que naquela hora. Tudo começou a dar errado.
O vento começou a ficar muito forte. Começou a chover, e depois raios, trovões e relâmpagos, uma tempestade completa.
-AH NÃO.
-o que foi? O que é isso?
-Nicholas.
-o que?
-vamos sair daqui logo, vou te deixar segura.
-eu não to entendendo.
Então ele olhou pra mim e falou:
-confia em mim, eu te protejo.
Ele me pegou pelos braços e começou a voar contra o vento, com muita dificuldade.
Então no caminho eu fui raciocinando o que estava acontecendo. O Nicholas está com o meu modo automático, ele faz tudo, e quando morrer eu vou para o buraco, o vento forte, a tempestade.
Olhei para o buraco “sugador de almas” e vi que tudo isso era pra ele, a tempestade, raio, vento, tudo pra ele.
O Nicholas estava tentando me matar.
-Não perguntei o seu nome.
-meu nome é Gabriel.
-o anjo Gabriel, aquele famoso?
-não, todo mundo me confunde com aquele metido, nunca gostei do Gabriel famoso.Além do mais ele nao é um anjo, é um arcanjo.
-desculpa.
-tudo bem, agora você já sabe.
-o Nicholas gostava de você ou era também um “diabinho” com você.
-o Nicholas é assim só com os inimigos dele, o mundo todo. Mas comigo é diferente. Sou a única pessoa com quem ele falava, com quem ele brincava. Eu era a linha que segurava aqueles dois juntos.
-E como você conseguiu isso?
-não sei, mas provavelmente quando eu o salvei de uma briga com o pai dele. Ele estava chorando tanto porque quebrou a nuvem de brinquedo dele, que eu me culpei. A partir daí ele começou a me respeitar.
-qual é o nome do pai deles?
-Caius. Você não conhece.
-Não sou muito fã dessas coisas.
-nem eu. Faltava as aulas.
Rimos. Conversamos bastante. Até que naquela hora. Tudo começou a dar errado.
O vento começou a ficar muito forte. Começou a chover, e depois raios, trovões e relâmpagos, uma tempestade completa.
-AH NÃO.
-o que foi? O que é isso?
-Nicholas.
-o que?
-vamos sair daqui logo, vou te deixar segura.
-eu não to entendendo.
Então ele olhou pra mim e falou:
-confia em mim, eu te protejo.
Ele me pegou pelos braços e começou a voar contra o vento, com muita dificuldade.
Então no caminho eu fui raciocinando o que estava acontecendo. O Nicholas está com o meu modo automático, ele faz tudo, e quando morrer eu vou para o buraco, o vento forte, a tempestade.
Olhei para o buraco “sugador de almas” e vi que tudo isso era pra ele, a tempestade, raio, vento, tudo pra ele.
O Nicholas estava tentando me matar.
Capítulo 22
Você está em um lugar deserto, em um buraco, prestes a cair, pensando em se “suicidar” e de repente vem uma voz e fala na maior calma do mundo PENSANDO EM PULAR! Eu quase tive um filho, um enfarto, um sei lá. Mas tinha ficado tão feliz de ouvir alguém. Virei feliz por ver o James.
-James!
Mais o único detalhe dessa história toda é que não era o James, minha felicidade desmoronou, deu vontade de pular naquela hora, e evitar passar vergonha.
Na verdade não era também o Nicholas, que era minha segunda e única hipótese.
Era um garoto muito lindo.. Tinha cabelos enrolados, meio anulados, e os olhos castanhos, normais. Ele estava vestido com uma bermuda xadrez e SÓ. Ou seja, sem camisa, e ele era bem musculoso.
-bem, eu não sou o James, mas é bem melhor do que um Nicholas não?
Bom, eu fiquei bem assustada, um cara chega do nada, no meu sonho, me dá um susto, e ainda conhece o James e o Nicholas.
-Como...
Eu travei.
-como o que?
-você...
Travei de novo
-sim?
-sab...
Mais uma vez.
-você está bem?
-ja... Nicho...
Travei duas vezes na mesma fala. Que decepção.
-como eu sei desses dois?
Balancei a cabeça e só. Não queria travar de novo.
-quando você é criado com eles, tem que ter a obrigação de saber né?
-criados?
-finalmente falou direito!
Dei um sorrisinho básico.
-Eles são como irmãos pra mim, o pai deles é um anjo comigo, literalmente.
E deu um sorriso.
Não entendi se isso foi uma piada interna ou não. Só sei que o sorriso dele é lindo como de todos os garotos que vejo nesse sonho.
-adotado?
-quem me dera! Só amigos desde pequeno.
-como você veio parar aqui? Assim... No meu sonho?
-Sonho?
-é!
-você está falando daqui?
-daqui.
-você ainda acha que é um sonho? Eles não te falaram nada não é?
-não falaram o que?
-calma vamos por parte. Qual foi sua primeira pergunta?
-como você foi parar nesse son... Aqui?
-bom... Como você sabe o Nicholas não é tão bonzinho como outros não é?
-outros?
-por partes!
-sim ele não é!
-então. Ele sumiu com o James.
-Você sabe onde ele está?
-partes, como você é apressada. Não sei onde ele está.
-ah.
-então... Ele me comunicou sobre você, e eu vim a sua procura.
-como se comunicou?
-mandando sinal.
- E porque ele não falou onde ele estava?
-com o Nicholas de olho? Acho difícil.
-nossa.
-próxima pergunta.
-não lembro... Ah é. O que é isso, se não é sonho?
-isso é um meio de comunicação com seus escolhidos. Você deve achar que é um sonho porque você dorme não?
-sim.
-então, eles escolhem a hora de falar com você, e escolhem quando você vai dormir, porque se não for, você vai ficar no modo automático, e pode fazer até coisas que você não quer fazer.
-o que é escolhido?
-o seu ser humano, o que você protege ou não. Dependendo de quem.
-nossa.
-próxima.
-então porque eu vim pra cá sem estar dormindo, nesse lugar abandonado, e sem ter ninguém aqui. Foi o Nicholas querendo me manter presa?
-infelizmente não.
-infelizmente?
-sim. Se fosse o Nicholas, ele saberia que você estava aqui. Mas como não foi ele, ele nem imagina, e você também não imagina o que ele está fazendo no seu modo automático.
-Tem perigo de morrer?
-sim.
-e o que acontece comigo aqui dentro?
-você é sugada nesse buraco ai que você queria pular. Iria ficar flutuando até morrer de sede ou de fome.
Sai de lá correndo e sentei em outro lugar, bem longe daquele sugador de almas.
-Então eu ainda não morri no meu modo automático?
-sim e você tem muita sorte.
-então se não foi o Nicholas, quem me colocou aqui?
-quem você espera? James é claro.
-porque ele fez isso?
-porque ele queria te proteger, ele apesar de estar isolado, ele consegue te ver, e quando você falou oi para o xerife, o Nicholas estava indo pular em cima de você pra quebrar o seu pescoço.
-E VOCÊ FALA NA MAIOR CALMA? AQUELE ASSASSINO DESGRAÇADO.
-eu prefiro manter minha calma, do que falar que nem você.
Me senti muito pior depois de ouvir aquilo.
-e porque eu não fui atacada no meu modo automático?
-porque quando você sai do seu corpo, o seu corpo cai por um segundo, com se tivesse desmaiando. Nesse um segundo o automático desperta. Ele provavelmente deve ter atacado o coitado do xerife.
-Nossa.
-e porque ele não me colocou de volta pra lá?
-ele está sem forças, Nicholas tirou quase toda e o restinho que faltava ele usou pra te salvar.
-me salvar?
Ele preferiu quase morrer do que me deixar morrer. Ele me ama de verdade.
-Você tem mais alguma pergunta?
-acho que não.
-Então vou buscar água e comida, você deve estar morrendo.
-um pouquinho.
-espera bem aqui.
Quando ele estava indo para o nada, lembrei:
-espera...
-sim?
-você falou alguma coisa de outros. Quem são vocês?
Ele deu um sorriso.
-Somos anjos, claro!
E então saiu voando.
-James!
Mais o único detalhe dessa história toda é que não era o James, minha felicidade desmoronou, deu vontade de pular naquela hora, e evitar passar vergonha.
Na verdade não era também o Nicholas, que era minha segunda e única hipótese.
Era um garoto muito lindo.. Tinha cabelos enrolados, meio anulados, e os olhos castanhos, normais. Ele estava vestido com uma bermuda xadrez e SÓ. Ou seja, sem camisa, e ele era bem musculoso.
-bem, eu não sou o James, mas é bem melhor do que um Nicholas não?
Bom, eu fiquei bem assustada, um cara chega do nada, no meu sonho, me dá um susto, e ainda conhece o James e o Nicholas.
-Como...
Eu travei.
-como o que?
-você...
Travei de novo
-sim?
-sab...
Mais uma vez.
-você está bem?
-ja... Nicho...
Travei duas vezes na mesma fala. Que decepção.
-como eu sei desses dois?
Balancei a cabeça e só. Não queria travar de novo.
-quando você é criado com eles, tem que ter a obrigação de saber né?
-criados?
-finalmente falou direito!
Dei um sorrisinho básico.
-Eles são como irmãos pra mim, o pai deles é um anjo comigo, literalmente.
E deu um sorriso.
Não entendi se isso foi uma piada interna ou não. Só sei que o sorriso dele é lindo como de todos os garotos que vejo nesse sonho.
-adotado?
-quem me dera! Só amigos desde pequeno.
-como você veio parar aqui? Assim... No meu sonho?
-Sonho?
-é!
-você está falando daqui?
-daqui.
-você ainda acha que é um sonho? Eles não te falaram nada não é?
-não falaram o que?
-calma vamos por parte. Qual foi sua primeira pergunta?
-como você foi parar nesse son... Aqui?
-bom... Como você sabe o Nicholas não é tão bonzinho como outros não é?
-outros?
-por partes!
-sim ele não é!
-então. Ele sumiu com o James.
-Você sabe onde ele está?
-partes, como você é apressada. Não sei onde ele está.
-ah.
-então... Ele me comunicou sobre você, e eu vim a sua procura.
-como se comunicou?
-mandando sinal.
- E porque ele não falou onde ele estava?
-com o Nicholas de olho? Acho difícil.
-nossa.
-próxima pergunta.
-não lembro... Ah é. O que é isso, se não é sonho?
-isso é um meio de comunicação com seus escolhidos. Você deve achar que é um sonho porque você dorme não?
-sim.
-então, eles escolhem a hora de falar com você, e escolhem quando você vai dormir, porque se não for, você vai ficar no modo automático, e pode fazer até coisas que você não quer fazer.
-o que é escolhido?
-o seu ser humano, o que você protege ou não. Dependendo de quem.
-nossa.
-próxima.
-então porque eu vim pra cá sem estar dormindo, nesse lugar abandonado, e sem ter ninguém aqui. Foi o Nicholas querendo me manter presa?
-infelizmente não.
-infelizmente?
-sim. Se fosse o Nicholas, ele saberia que você estava aqui. Mas como não foi ele, ele nem imagina, e você também não imagina o que ele está fazendo no seu modo automático.
-Tem perigo de morrer?
-sim.
-e o que acontece comigo aqui dentro?
-você é sugada nesse buraco ai que você queria pular. Iria ficar flutuando até morrer de sede ou de fome.
Sai de lá correndo e sentei em outro lugar, bem longe daquele sugador de almas.
-Então eu ainda não morri no meu modo automático?
-sim e você tem muita sorte.
-então se não foi o Nicholas, quem me colocou aqui?
-quem você espera? James é claro.
-porque ele fez isso?
-porque ele queria te proteger, ele apesar de estar isolado, ele consegue te ver, e quando você falou oi para o xerife, o Nicholas estava indo pular em cima de você pra quebrar o seu pescoço.
-E VOCÊ FALA NA MAIOR CALMA? AQUELE ASSASSINO DESGRAÇADO.
-eu prefiro manter minha calma, do que falar que nem você.
Me senti muito pior depois de ouvir aquilo.
-e porque eu não fui atacada no meu modo automático?
-porque quando você sai do seu corpo, o seu corpo cai por um segundo, com se tivesse desmaiando. Nesse um segundo o automático desperta. Ele provavelmente deve ter atacado o coitado do xerife.
-Nossa.
-e porque ele não me colocou de volta pra lá?
-ele está sem forças, Nicholas tirou quase toda e o restinho que faltava ele usou pra te salvar.
-me salvar?
Ele preferiu quase morrer do que me deixar morrer. Ele me ama de verdade.
-Você tem mais alguma pergunta?
-acho que não.
-Então vou buscar água e comida, você deve estar morrendo.
-um pouquinho.
-espera bem aqui.
Quando ele estava indo para o nada, lembrei:
-espera...
-sim?
-você falou alguma coisa de outros. Quem são vocês?
Ele deu um sorriso.
-Somos anjos, claro!
E então saiu voando.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Capítulo 21
Não sabia o que tinha acontecido porque eu não tinha dormido e fazia um mês que não vinha pra lá.
Fiquei com medo do Nicholas aparecer e acabar com minha raça, mas não apareceu, ninguém apareceu, nada, nem Nicholas, nem uma borboleta.
O lugar era o jardim onde tinha acontecido aquele incidente infeliz, mas estava diferente, estava sem graça, o arco estava quebrado, e estava frio e nublado, a grama estava quase morta, aquele lugar estava abandonado.
Andei e andei tudo a mesma coisa, mas eu tinha me perdido, não sabia onde eu estava, era muito grande aquele jardim, mas do que importava, eu estava presa lá.
Deitei lá e comecei a chorar, acho que fiquei quase duas horas lá deitada, chorando, naquela grama morta, naquele frio, naquele lugar horrível, eu só queria sair dali.
Depois dessas duas horas, eu andei mais e mais.
Vi o lugar onde James e Nicholas brigaram, vi o lugar onde eu conversava com James, e vi também o lugar onde acontecia a corrida, meu primeiro sonho. Sentei perto daquele buraco, e fiquei olhando para ele, pensando em que destino daria aquilo, pensando em pular, pensando em jogar alguma coisa para ver se acontecia algo, mas só fiquei olhando, olhando o nada, o buraco fundo. Levantei, me apoiei na borda e coloquei a cabeça ali dentro do buraco, então eu vi o espaço, azul e as estrelas. Então pensei que seria bem melhor ficar flutuando nesse azul com as estrelas do que ficar nesse lugar deserto.
Coloquei um pé, coloquei outro. Fiquei sentada na borda, mas não tinha coragem. Então de repente uma voz:
-pensando em pular?
Fiquei com medo do Nicholas aparecer e acabar com minha raça, mas não apareceu, ninguém apareceu, nada, nem Nicholas, nem uma borboleta.
O lugar era o jardim onde tinha acontecido aquele incidente infeliz, mas estava diferente, estava sem graça, o arco estava quebrado, e estava frio e nublado, a grama estava quase morta, aquele lugar estava abandonado.
Andei e andei tudo a mesma coisa, mas eu tinha me perdido, não sabia onde eu estava, era muito grande aquele jardim, mas do que importava, eu estava presa lá.
Deitei lá e comecei a chorar, acho que fiquei quase duas horas lá deitada, chorando, naquela grama morta, naquele frio, naquele lugar horrível, eu só queria sair dali.
Depois dessas duas horas, eu andei mais e mais.
Vi o lugar onde James e Nicholas brigaram, vi o lugar onde eu conversava com James, e vi também o lugar onde acontecia a corrida, meu primeiro sonho. Sentei perto daquele buraco, e fiquei olhando para ele, pensando em que destino daria aquilo, pensando em pular, pensando em jogar alguma coisa para ver se acontecia algo, mas só fiquei olhando, olhando o nada, o buraco fundo. Levantei, me apoiei na borda e coloquei a cabeça ali dentro do buraco, então eu vi o espaço, azul e as estrelas. Então pensei que seria bem melhor ficar flutuando nesse azul com as estrelas do que ficar nesse lugar deserto.
Coloquei um pé, coloquei outro. Fiquei sentada na borda, mas não tinha coragem. Então de repente uma voz:
-pensando em pular?
Capítulo 20
Passei uma semana tentando descobrir esses “seres voadores”, já que a procura do James não deu certo.
Fui a policia pra falar do sumiço mais quando cheguei lá, vi o Nicholas vestido de policial, ele olhou pra mim e o olho dele ficou branco de novo, que nem aquele infeliz dia.
Fui ligar pra policia e bem na hora recebi uma mensagem do Nicholas toda em branco, e então o sinal caiu. Tentei avisar pra qualquer pessoa e ele sempre estava lá, conversando com a pessoa, passando perto, esbarrando em mim, já vi ele dentro de uma loja, no banco, na praça, até como piloto de avião eu já vi.
Já estava cansada disso, eu ia pro cinema, bar, até em casa, restaurante com ele e sempre que a gente ficava em lugar público ele me beijava. Tinha nojo dele e ainda aguentar isso, era uma tortura.
Conversava com a Stella e não era a mesma coisa.
Ela me olhava estranha como se eu fosse uma simples desconhecida falando com ela. Não tinha assunto e ela sempre tentava me evitar.
No colégio eu sempre lembro da coitada da Stephane, então não conseguia me concentrar nos estudos, não conseguia dormir, então eu não conseguia ficar acordada na aula.
Aquilo estava me matando aos poucos, e sem ser dramática.
Sem resultado nas pesquisas sobre os “seres voadores” e nada dava certo. Nada. Não tinha nenhuma esperança. Eu tentava falar com o Nicholas, mas quando eu queria, ele não estava e quando eu tinha chances ele calava minha boca simplesmente com um beijo. Eu estava cansada, totalmente, então em um ato totalmente involuntário, fui á polícia. Na recepção lá estava ele. Falei:
-Quero falar com o xerife.
-o que você está fazendo?
-eu quero falar com o xerife.
- você não entendeu Que eu falei?
-eu quero falar com o xerife.
-você quer morrer?
-eu quero falar com o xerife.
-todas as pessoas ao seu lado vão morrer junto com você sabia!
-eu quero falar com o xerife
-para de falar isso sua maluca, sai daqui.
-eu quero falar com o xerife.
Saí da bancada onde ele estava e fui para a porta onde ficava a sala do xerife. Então ele de repente apareceu na minha frente me impedindo de passar.
-você não vai passar por aqui, não mesmo.
Então eu empurrei ele com toda a minha força e ele não foi muito longe, claro, mas dava pra passar.
-Se você der mais um passo você está morta.
-EU QUERO FALAR COM O XERIFE!
Então entrei. Falei oi para ele, mas foi só isso porque do nada eu estava em um outro lugar totalmente diferente mais que eu reconhecia muito bem.
Estava no meu sonho.
Fui a policia pra falar do sumiço mais quando cheguei lá, vi o Nicholas vestido de policial, ele olhou pra mim e o olho dele ficou branco de novo, que nem aquele infeliz dia.
Fui ligar pra policia e bem na hora recebi uma mensagem do Nicholas toda em branco, e então o sinal caiu. Tentei avisar pra qualquer pessoa e ele sempre estava lá, conversando com a pessoa, passando perto, esbarrando em mim, já vi ele dentro de uma loja, no banco, na praça, até como piloto de avião eu já vi.
Já estava cansada disso, eu ia pro cinema, bar, até em casa, restaurante com ele e sempre que a gente ficava em lugar público ele me beijava. Tinha nojo dele e ainda aguentar isso, era uma tortura.
Conversava com a Stella e não era a mesma coisa.
Ela me olhava estranha como se eu fosse uma simples desconhecida falando com ela. Não tinha assunto e ela sempre tentava me evitar.
No colégio eu sempre lembro da coitada da Stephane, então não conseguia me concentrar nos estudos, não conseguia dormir, então eu não conseguia ficar acordada na aula.
Aquilo estava me matando aos poucos, e sem ser dramática.
Sem resultado nas pesquisas sobre os “seres voadores” e nada dava certo. Nada. Não tinha nenhuma esperança. Eu tentava falar com o Nicholas, mas quando eu queria, ele não estava e quando eu tinha chances ele calava minha boca simplesmente com um beijo. Eu estava cansada, totalmente, então em um ato totalmente involuntário, fui á polícia. Na recepção lá estava ele. Falei:
-Quero falar com o xerife.
-o que você está fazendo?
-eu quero falar com o xerife.
- você não entendeu Que eu falei?
-eu quero falar com o xerife.
-você quer morrer?
-eu quero falar com o xerife.
-todas as pessoas ao seu lado vão morrer junto com você sabia!
-eu quero falar com o xerife
-para de falar isso sua maluca, sai daqui.
-eu quero falar com o xerife.
Saí da bancada onde ele estava e fui para a porta onde ficava a sala do xerife. Então ele de repente apareceu na minha frente me impedindo de passar.
-você não vai passar por aqui, não mesmo.
Então eu empurrei ele com toda a minha força e ele não foi muito longe, claro, mas dava pra passar.
-Se você der mais um passo você está morta.
-EU QUERO FALAR COM O XERIFE!
Então entrei. Falei oi para ele, mas foi só isso porque do nada eu estava em um outro lugar totalmente diferente mais que eu reconhecia muito bem.
Estava no meu sonho.
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